17.4.17

Eu-vida-morte-vida

17.4.17
© samara bassi

[...] Sou os meus pés descalços, minha alma nua, minha lua intrínseca repleta de muitos dizeres. A minha tinta e as minhas pedras contam a minha história. Sou terra e da terra sou ente, parente. 
Sou filha de Gaia, da lua e do mato. Sou os meus passos nus na tua estrada de pedras. 
Minha natureza é cíclica, não redonda.
Aprendi a respeitar os ciclos e de saber entender que todo renascimento é uma ciranda que nunca termina. 
Minha mãe, minha terra, planto meus pés pra te consagrar a vida. 
O meu corpo-semente, vibra.
O meu coração é mandala que não finda, só recomeça. 
Como tu!

*psiu: trechos adaptados dos textos: Luas no chão e Ciranda de Gaia, de Samara Bassi.

│Samara Bassi│


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